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Feedback e feedforward: saiba a diferença

Antes de mais nada, nas corporações, a comunicação entre colaborador e líder precisa ser constante e direta. Para possibilitar o desenvolvimento profissional, é necessário que ambas as partes estejam em sinergia.  

Nesse sentido, é de grande importância que a cultura organizacional seja propícia ao feedback e feedforward, dando liberdade aos colaboradores para que possam receber retornos e orientações. Logo, um ambiente onde há proximidade com os gestores é próspero para o crescimento do time.

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Segundo pesquisa, cerca de 20% dos trabalhadores brasileiros sentem que não recebem um feedback adequado. Devido à rotina corrida de um gestor, pode parecer difícil encontrar tempo para avaliar individualmente os componentes da equipe. Contudo, esse processo deve ser adicionado na lista de tarefas da liderança.

Confira a diferença entre feedback e feedforward!

O que é feedback?

De antemão, o feedback é uma devolutiva sobre o comportamento do colaborador e sua atuação a respeito das atividades propostas. Nesse sentido, ele é voltado às ações passadas e tem como objetivo aprimorar resultados.

Tal retorno pode ser positivo ou negativo. Quando negativo, precisa ser comunicado de forma não-violenta e humanizada. Afinal, a ideia é proporcionar autoconhecimento ao indivíduo, de modo com que ele possa ver suas forças e fraquezas.

Por isso, o líder precisa ficar atento à forma com que se comunica, já que entre os princípios do feedback está o estímulo ao colaborador. Em alguns casos, as considerações costumam ser levadas para o lado pessoal, algo a ser evitado.

Em resumo, o feedback ideal é aquele assertivo, comunicado com clareza; objetivo, com foco no que se deseja comunicar; e empático, capaz de entender como o interlocutor se sente.    

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O que é feedforward?

Após o feedback, ocorre o feedforward: o reconhecimento das habilidades a serem desenvolvidas no futuro, um “olhar adiante”, em tom de sugestão. Dessa forma, o feedforward busca potencializar as soft e as hard skills, além de trilhar os próximos caminhos para o alcance de metas. 

Vale relembrar que, tanto no feedback quanto no feedforward, a visão do colaborador precisa ser ouvida, de modo com que ele seja um agente ativo no processo. Assim, características como inteligência emocional são cada vez mais aprimoradas.

Alguns questionamentos a serem feitos no feedforward são: Quais as transformações necessárias? Por onde começar? Quais os objetivos a serem alcançados? Como será o futuro se conseguirmos os atingir?

Conclusão

Portanto, o contato possibilitado pelo feedback e feedforward dentro das empresas é ímpar na identificação das questões organizacionais. Além do mais, essas técnicas ajudam a reduzir a rotatividade de funcionários, já que corrigir os erros do time é mais fácil do que integrar um novo membro. Outro fator que deve ser levado em consideração é o maior engajamento do time por se sentir valorizado dentro da companhia.

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