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Opções de financiamento para pós-graduação

Alguns estudantes podem não saber, mas o financiamento para pós-graduação também existe e tem seus benefícios. O primeiro, é claro, é a alternativa de estudar com maior tranquilidade financeira. 

Está cogitando essa possibilidade? Podemos ajudar com algumas opções disponíveis! Antes, que tal decidir entre os tipos de pós existentes? Aqui no blog já falamos sobre a diferença de lato sensu e stricto sensu. Dá uma olhada!

Agora que você já está mais por dentro do assunto, vamos listar alguns caminhos potenciais quando falamos de financiamento para pós-graduação. Anota aí: 

Financiamento para pós-graduação com Fies

Sim, é possível financiar sua pós com o Fundo de Financiamento Estudantil do Ministério da Educação (Fies). O ponto de atenção aqui é que ele só vale para mestrados e doutorados, ou seja, pós-graduações stricto sensu. 

Ainda assim, tudo funciona da mesma maneira: você pode financiar parcial ou integralmente e começar a pagar o valor um ano e meio após sua formatura, igual quando na graduação. Portanto, para optar por esse tipo de financiamento, você já deve estar matriculado, ok? 

Por outro lado, não são todos os estudantes que conseguem contratar o Fies para cursar a pós. Além do financiamento não valer para cursos de especialização (lato sensu), ele também não engloba o ensino a distância. Sendo assim, o EAD está fora de questão aqui.

Igualmente, aqueles que já são contemplados por bolsas do Prosup – Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares – não podem contar com essa alternativa.

Considerando todos esses parênteses, vale ponderar sua escolha final!

Financiamento para pós-graduação com bancos

Já falamos aqui no blog sobre o financiamento estudantil bancário de uma maneira geral, considerando seus prós e contras. O financiamento da pós-graduação está incluso nesse formato, por isso, dê uma lida em algumas considerações já citadas. 

O Santander, o Banco do Brasil e o Bradesco são exemplos de instituições que oferecem o serviço. No entanto, neste caso existem os mesmos impasses que o financiamento bancário para a graduação: acréscimo de taxas altas e a necessidade de estar presente na agência para contratar

Assim como no serviço voltado à faculdade, os prazos para pagar são mais altos (mais longos do que os do próprio Fies, por exemplo), o que pode ser um bom ponto de análise. 

Por outro lado, demais tópicos como o limite de crédito, valor e quantidade das parcelas variam de acordo com a instituição financeira e precisam ser consultados também. 

Além disso, instituições bancárias tendem a analisar a renda do estudante ou contratante sempre que este tem a intenção de fazer um financiamento. Por isso, se você estiver negativado(a), considere avaliar outros caminhos! 

Que tal um crédito estudantil?

Ao contrário dos financiamentos para pós-graduação, o crédito estudantil permite que você acabe a faculdade e não tenha o dobro de boletos para pagar. 

Na Fundacred, por exemplo, o aluno paga uma parte das mensalidades enquanto cursa e o restante depois do término do vínculo com a instituição de ensino, ou ao fim da pós. 

O CredIES, crédito que possibilita esse serviço, não aplica juros remuneratórios para essa possibilidade de pagamento. Além disso, a taxa administrativa também é a menor do segmento: apenas 0,35% ao mês

Ainda comparando prós e contras, é possível salientar que, no caso do crédito estudantil, estudante negativado(a) também pode contratar. A Fundacred não analisa a renda do contratante, apenas a dos fiadores! 

Curtiu? No Portal do Estudante você consegue simular valores e comparar mensalidades para bater o martelo sobre sua decisão final. Se joga!

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