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Nivio Lewis Delgado explora como a China une rituais milenares e tecnologia de ponta para transformar a educação e o futuro do ensino superior mundial.
Tecnologias que atravessam milênios
Das estampas da dinastia Shang ao campus de P&D mais extenso do mundo
Por Nivio Junior Lewis Delgado | Presidente, Fundacred
Presidente da Fundacred | Missão Técnica Internacional SEMESP Fundacred — China 2026
Uma língua jovem diante de uma civilização muito mais antiga: O ritual que o tempo não consegue apagar
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"Rituais são técnicas simbólicas de encasamento. Transformam o estar-no-mundo em um estar-em-casa. Fazem do mundo um local confiável. São no tempo o que uma habitação é no espaço." — Byung-Chul Han, O desaparecimento dos rituais (2019).” |
Trouxe na mochila, para China, três livros, um deles foi O desaparecimento dos rituais, de Byung-Chul Han, filósofo coreano que escreve em alemão sobre o que a modernidade perdeu ao substituir a permanência pela produção, o símbolo pela informação, o ritual pelo desempenho. Iniciei a leitura na segunda-feira, aqui em Shanghai, e não consegui parar. Depois de ter passado o dia no Campus Lianqiuhu da Huawei, fui dormir tarde. O livro não deixava.
A tese central de Han é cortante: vivemos numa sociedade que aboliu os rituais, não por esquecimento, mas por coerção. A coerção da produção. Tudo o que não produz, não se justifica. Em oposição, o ritual é, segundo Han, a repetição que gera intensidade. Não é rotina, é o oposto da rotina. Numa sociedade que só reconhece o novo, o rápido e o mensurável, o ritual perde seu lugar. E com ele desaparecem a comunidade, a permanência, o sentido do que já se conhece.
Visitando o campus Lianqiuhu da Huawei, em Qingpu, fiquei tentando sobrepor o que observava, tanto os símbolos expressos em palavras, prédios e gestos, quanto aqueles que estavam nas entrelinhas e que não apareciam a olho nu. O que encontrei não foi um empreendimento, uma empresa no modelo que estamos habituados a visitar. Foi uma espécie de ritual habitado.
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Escrevo este artigo em português. Essa frase, que parece trivial, é o ponto de partida de tudo o que quero contar sobre essa segunda semana da missão.
O português é uma língua jovem. Nasceu como idioma distinto por volta do século XII, na península Ibérica, a partir do latim vulgar que os romanos haviam espalhado pelo oeste europeu. Chegou ao Brasil no século XVI. Virou a minha língua materna e é com ela que estou tentando descrever o que vi nestes dias em Shanghai.
O problema é que a língua portuguesa não existia quando as estampas chinesas surgiram. As primeiras estampas com forma madura aparecem na dinastia Shang, por volta de 1500 a.C. O português como língua distinta surge em torno de 1200 d.C. São quase 2.700 anos de diferença.
Mas há algo mais profundo do que a diferença de idade. O português é fonético, cada letra representa um som. E é exatamente por isso que ele existe como língua separada do espanhol, do francês, do italiano e do romeno. Quando o poder político de Roma se fragmentou no século V, cada região passou a escrever o latim como ouvia localmente. Os sons foram mudando, geração a geração, sem que houvesse mais um centro capaz de impor um padrão. A escrita seguiu os sons. E os sons, ao divergirem, puxaram a escrita para lugares diferentes, até virarem línguas distintas. O português nasceu do momento em que o latim do noroeste ibérico soou diferente o suficiente para se tornar outra coisa.
O chinês operou por lógica oposta. A escrita chinesa é logrográfica, cada caractere representa um significado, não um som. O caractere 水 significa água independentemente de como é pronunciado em Pequim, em Cantão, em Shanghai ou em Fuzhou. E há centenas de variedades faladas do chinês que são mutuamente ininteligíveis, a diversidade oral é comparável à de toda a família das línguas romances (línguas que descendem do latim vulgar). Mas diferentemente da Europa, onde a escrita fonética seguiu a fala regional e acelerou a fragmentação, na China a escrita logrográfica permaneceu estável enquanto os sons derivavam livremente. O Chinês Literário manteve seu monopólio sobre a escrita formal por mais de dois mil anos, atravessando dinastias, invasões e períodos de divisão política intensa. Porque o significado não depende do som. E uma escrita que representa significado não se fragmenta quando a pronúncia muda.
Há aqui uma especulação histórica que não resiste à prova definitiva, mas que vale enunciar: se Roma houvesse adotado uma escrita logrográfica, a fragmentação em línguas romances poderia ter sido retardada ou impedida. O que colapsou foi Roma. A língua foi consequência, não causa. Mas a natureza fonética do latim tornou inevitável que o colapso político se tornasse também colapso linguístico. Na China, os impérios caíram. A escrita ficou.
São dois projetos civilizatórios opostos de como uma língua carrega uma cultura no tempo. O português nasceu da fragmentação, e traz isso em sua constituição: é uma língua do encontro, da travessia, da mistura. O chinês sobreviveu à fragmentação, porque foi construído para representar sentido antes de representar som. Estou usando uma ferramenta feita de sons para descrever uma civilização construída sobre signos. Isso não é apenas uma assimetria de idade. É uma assimetria de filosofia.
Há uma assimetria vertiginosa nisso. E isso diz algo importante sobre a posição do Brasil diante da China: ao menos em relação ao tempo cronológico, chegamos sempre depois. Mas também diz o contrário, que uma língua formada pelo encontro e pela travessia de oceanos têm uma capacidade singular de nomear o mundo a partir do espanto. Não da familiaridade. Do encontro.
Foi com esse olhar que atravessei os primeiros dias na capital financeira da China. O sábado no Shanghai Museum East, onde os selos da dinastia Shang e as estampas que eles produzem estão neste mundo há três mil anos. O cruzeiro noturno pelo Rio Huangpu, com suas duas margens falando ao mesmo tempo. Na segunda-feira, a visita ao campus Lianqiuhu da Huawei. Na terça, mais duas visitas que se tornaram parte essencial dessa etapa da missão: a NYU Shanghai e a Escola de Negócios da Fudan. O que encontrei em todos esses lugares foi uma única ideia, apresentada de formas diferentes: a China não escolhe entre passado e futuro. Ela os opera simultaneamente.
A NYU Shanghai foi inaugurada em 2013. É a primeira parceria sino-americana a oferecer diplomas reconhecidos simultaneamente pelo Ministério da Educação da China e pela Universidade de Nova York. Seus estudantes passam os dois primeiros anos em Shanghai, o terceiro em qualquer um dos campi globais da NYU (Abu Dhabi, Nova York, Buenos Aires, Berlim, Londres) e retornam para o quarto ano. Oitenta nacionalidades. Metade das vagas reservada para estudantes internacionais. Cada quarto dividido obrigatoriamente com alguém de passaporte diferente.
A apresentação institucional foi cuidadosa e competente. Mas o que ficou na minha memória não foi nenhum slide. Foi o Gabriel.
Gabriel Fernandes, de São Gonçalo, cidade da Baixada Fluminense, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Bolsista da Fundação Educar e da própria NYU. Estudante de Engenharia Elétrica no segundo ano, pesquisador de ilhas de calor no Rio de Janeiro, integrante do departamento de mídia do campus. Após a apresentação formal dos executivos da instituição, foi Gabriel quem conduziu o tour pelo edifício, e o fez com mais propriedade, mais precisão e mais vida do que qualquer slide anterior.
Ele mostrou a sala de aula-arena com dois projetores independentes e mesa regulável. Mostrou o laboratório de arte e o corredor de inovação. Mostrou a sala de meditação, um calm corner sem sapatos, com carpete e instrumentos, onde os alunos vão quando o volume de aulas aperta demais. Mostrou o poster da sua própria pesquisa, ainda pregado na parede de um corredor da Universidade.
Contou que chegou sem saber mandarim (ni hao era tudo que eu sabia) e que aprendeu sendo obrigado a falar desde o primeiro dia em aulas de 15 alunos onde a professora não aceita silêncio. Contou que sua pesquisa sobre ilhas de calor nasceu de uma conversa com um colega chinês que nunca havia entendido por que escolas no Rio funcionam sem ar-condicionado. Esse estranhamento mútuo virou dado, virou metodologia, virou poster.
Os representantes institucionais da NYU falaram sobre formar cidadãos do mundo, sobre curiosidade transcultural, sobre a missão de conectar civilizações. O Gabriel simplesmente era isso. Sem slides. Sem vocabulário institucional. Com a naturalidade de quem atravessou o oceano numa bolsa e descobriu que o que trouxe de São Gonçalo, a pergunta, a estranheza, o olhar de fora, é exatamente o que a pesquisa precisa.
Para quem trabalha com mobilidade social e educação, o Gabriel é o dado e a realidade a ser considerada, a ser estudada, a ser replicada. Ele existe, chegou até aqui, está produzindo conhecimento e vai voltar. A pergunta que nos inquieta na Fundacred é exatamente essa: quantos Gabriels estão parados por falta de infraestrutura de acesso, de acompanhamento, de impulsionamento? Não por falta de capacidade. Por falta de investimento social público e privado.
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A Universidade Fudan foi fundada em 1905. Este ano celebra 120 anos. A visita se deu pela Escola de Gestão, o braço de negócios de uma das três universidades mais bem ranqueadas da China, e o que chamou atenção imediata foi a preparação. Não a infraestrutura física, que é impressionante, mas o protocolo de recepção: estavam prontos para receber executivos do mundo inteiro.
A escola mantém parcerias com mais de 160 instituições internacionais, MIT Sloan, Washington University, Universidade de Hong Kong, BI Business School da Noruega, a nossa FGV – Fundação Getúlio Vargas, e todos os seus programas de MBA e EMBA figuram no top 30 do ranking do Financial Times. Participam do FT Ranking desde 2012 e são, provavelmente, a única escola do mundo com cinco programas simultaneamente ranqueados no top 30. Para benchmark: Tsinghua e Peking ficaram abaixo em pesquisa por onze anos consecutivos.
O novo campus é uma declaração de intenção. O auditório de 741 lugares, com padrão de transmissão da rádio e televisão de Shanghai, existe para “mostrar a seriedade da escola”, como explicou a representante durante o tour. A academia no sétimo andar. Os corredores com iluminação natural projetada. A área comercial aberta, integrada ao campus, sem controle de acesso. Um ambiente que não separa o trabalho intelectual da vida.
A Fudan também lançou recentemente um programa híbrido de MBA com a Universidade de Hong Kong, o primeiro modelo desse tipo com uma universidade chinesa, desenhado para executivos que não podem deixar seus países. Cinco semanas presenciais ao longo de dois anos, o restante online. As aulas começam em setembro. As bolsas estão abertas. O recado foi direto: estamos de braços abertos para universidades brasileiras. Não só para mandar alunos. Para construir junto.
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O termo correto, em português, é estampa, não carimbo, que é por demais burocrático. O termo técnico selo refere-se ao objeto que produz a estampa. A palavra estampa captura a dualidade: é ao mesmo tempo marca de identidade, instrumento de autoridade e expressão artística. Em chinês, yin (印), um glifo que, por si só, já carrega séculos de história.
A Galeria dos Selos e das Estampas do Shanghai Museum East é a primeira galeria permanente do mundo dedicada exclusivamente a essa tradição. São 568 peças em dois núcleos: a tradição da estampa chinesa como instrumento de verificação, e a prática da gravação como forma de arte autônoma.
A história se organiza em camadas: na dinastia Shang e Zhou (ca. 1500–256 a.C.), a estampa nasce como marca de identidade pessoal e de clã. No período dos Reinos Combatentes (476–221 a.C.), seu uso se expande para documentos e mercadorias. Nas dinastias Qin e Han (221 a.C.–220 d.C.), torna-se instrumento do Estado centralizado. Nas dinastias Tang e Song (618–1279), os letrados começam a usá-la como expressão artística pura. Três funções sobrepostas ao longo de três milênios: identidade, poder e arte. Tudo comprimido num objeto que cabe na palma da mão.
Num dos rolos de pintura expostos na galeria, é possível contar dezenas de estampas vermelhas que identificam não apenas o autor, mas cada um dos colecionadores e apreciadores que tocaram aquele rolo ao longo dos séculos. A estampa não é apenas assinatura, é memória acumulada, cadeia de custódia, registro vivo de quem esteve ali.
A estampa é o antecessor do login. Da assinatura digital. Do token de autenticação. Do blockchain. O que a China resolveu há 3.000 anos com pedra e tinta, antes de o português existir como língua, o mundo digital resolve hoje com criptografia. O problema é o mesmo. A solução mudou de material. A lógica permanece.
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Na mesma visita ao Shanghai Museum East, a Galeria da Caligrafia apresenta a história da escrita chinesa desde os ossos oraculares, os primeiros suportes de escrita da China, usados em ritos divinatórios da dinastia Shang, até os grandes rolos da era Qing. O percurso é cronológico, mas o que impressiona não é o tempo: é a continuidade do gesto.
Uma das peças mais impactantes da galeria é a epígrafe funéria de Shi Wan, do ano 569 d.C. A pedra original está exposta ao lado de sua cópia em papel. Quase 1.500 anos depois de gravada, ainda é legível. A pedra sobreviveu a impérios, a guerras, a dinastias que não existem mais. Isso não é beleza, é engenharia de permanência.
A caligrafia chinesa não é apenas escrita. É disciplina corporal. É a transmissão de um estado interno, respiração, postura, intenção, para a superfície do papel por meio do pincel. Han diria que é um ritual de incorporação: o corpo grava no papel o que a alma carrega.
No mesmo sábado, à noite, o cruzeiro pelo Rio Huangpu ofereceu a visualização mais precisa da cidade, e de uma contradição que Shanghai não tenta resolver.
Do meio do rio, a cidade se apresenta nas duas margens ao mesmo tempo.
De um lado, o Bund, com seus casarões neoclássicos erguidos no começo do século XX durante o período das concessões estrangeiras, fachadas de pedra iluminadas em tons âmbar.
Do outro, Pudong, com a Shanghai Tower de 632 metros com sua espiral de aço retorcida, a Jin Mao, o World Financial Center, cada um representando uma geração diferente de ambição vertical, todas erguidas nas últimas três décadas sobre o que antes eram campos de arroz.
Byung-Chul Han diria que Pudong é o retrato da sociedade que ele critica: produção acelerada, novidade como imperativo, tempo que não respira profundamente para se tornar habitável. Uma cidade que em trinta anos transformou campos de arroz numa skyline de arranha-céus não é uma cidade que descansou no ritual. É uma cidade que produziu.
E no entanto. O Bund permanece. Não como museu, não como cenário turístico preservado por decreto, mas como camada viva da cidade, habitada, iluminada e frequentada. Shanghai não demoliu o século XX para construir o XXI. Acrescentou uma margem. E as duas coexistem com uma naturalidade que nenhuma tensão aparente explica.
Talvez seja isso o que Han não viu na China: que a velocidade de Pudong não apagou o Bund porque a China não opera por substituição. Ela opera por estratificação. O novo não cancela o antigo, deposita-se sobre ele, como sedimento, como camada geológica. É o mesmo princípio das estampas da dinastia Shang acumuladas nos rolos de pintura do museu: cada marca nova não apaga as anteriores. Soma.
Isso não é ritual no sentido de Han. Mas tampouco é a ruptura que ele teme. É algo que a língua portuguesa ainda não tem uma palavra precisa para nomear, e que eu estava tentando entender em uma das margens do Rio Huangpu, na quinta-feira à noite, depois de ter jantado no 105º andar da Shanghai Tower com os integrantes da missão, olhando para as duas margens ao mesmo tempo.
Na segunda-feira, a missão visitou o campus Lianqiuhu da Huawei, em Qingpu. Não um escritório. Não um parque tecnológico. USD 1,4 bilhão investidos. 160 hectares. Três anos do zero à operação plena. Vinte e três por cento da receita reinvestida em pesquisa. Número 1 em patentes no mundo por nove anos consecutivos.
Mas o que os números não dizem é o que se sente ao entrar. Poucos logos. Sinalização mínima. Hospitalidade impecável, sem ostentação. Cada sala, cada café, cada gesto de recepção carregando o cuidado de quem quer fazer o visitante se sentir habitando aquela cidade, não visitando.
Foi aqui que Han entrou pela porta, dentro da minha cabeça. Ele descreve a cerimônia japonesa do chá como o modelo do que os rituais produzem: silêncio, gestos que geram um ser-com intensivo, comunidade sem comunicação. O campus da Huawei opera com essa mesma lógica. E há uma ironia que Han não menciona: o chá é chinês. Os primeiros a bebê-lo cerimonialmente foram monges budistas na China da dinastia Han. O matcha chegou ao Japão no século XII trazido por um monge que havia estudado na China da dinastia Song. A China deu o chá. O Japão deu a cerimônia. Han, coreano escrevendo em alemão, é quem nomeia tudo isso. Carrego o livro na minha mochila que nesse exato momento está me acompanhando rumo ao Japão.
O que ficou de Shanghai é uma ideia simples: a estampa, a caligrafia, o Huangpu, a Huawei, são todos o mesmo protocolo em materiais diferentes. A lógica não mudou em três mil anos. A China não substitui. Empilha. E é exatamente essa capacidade, de acrescentar sem apagar, de inovar sem romper, que torna a China difícil de compreender para quem foi formado numa cultura de substituição. Na Fundacred estamos tentando aprender isso com o FCTX: preservar o que as instituições já fazem, acrescentando uma camada de inteligência sobre o que está lá. A Huawei faz isso com chips. Nós fazemos com escuta. As escalas são incomparáveis. A lógica, não.
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Nós, da missão SEMESP e Fundacred, passamos dias inteiros juntos sem precisar nos explicar. Reuniões, refeições, traslados, silêncios entre uma visita e outra. Isso é o ritual operando: gera comunidade sem que seja preciso anunciá-la. Gostamos assim.
Han diz que o Japão é o único lugar do planeta onde os rituais ainda vivem em plenitude, uma civilização que privilegia a forma sobre o conteúdo, o gesto sobre a intenção, o silêncio sobre o discurso. Vamos ver com nossos próprios olhos.
Ganbatte não tem tradução exata. Significa algo como faça o teu melhor, mas sem a pressão do desempenho. Com a calma de quem sabe que o esforço é a própria resposta.
Foi uma honra percorrer esse território com vocês. O Japão espera. Façamos nosso melhor também lá.
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Nivio Junior Lewis Delgado
Presidente — Fundação de Crédito Educativo — FUNDACRED
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