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Jornalismo – SÉRIE: Me formei, e agora? #1

A partir de hoje, mensalmente, vamos abordar o mercado de trabalho e as oportunidades para os estudantes, sempre trazendo uma graduação em destaque. Hoje: Jornalismo.

A escolha da graduação é um passo importante na vida de qualquer estudante, afinal, os jovens estão escolhendo uma possível profissão para exercer pelo resto da vida. É neste contexto que surgem as dúvidas com relação a área de atuação e saber quais opções se tem é um passo importante para garantir uma carreira de sucesso.

Para quem se forma em Comunicação Social, as opções são bastante variadas. Em algumas universidades os currículos são semelhantes e mesmo após algumas trocas de disciplinas e abordagem, ainda é possível concluir os três cursos principais da área – Publicidade e Propaganda, Jornalismo e Relações Públicas – com aproveitamento de disciplinas.

Sou jornalista, e agora?

Quando o estudante conclui o curso de Jornalismo ele recebe o título de Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, ou seja, ele é um jornalista. No entanto, esse é um título abrangente e é necessário direcionar.
Obviamente, a ideia principal é trabalhar em redações de jornais impressos ou outros segmentos da imprensa, no entanto, não é tão simples. Você pode sair diretamente da faculdade para a redação e ser um repórter, no entanto, nas questões de rádio e televisão é um pouco mais complexo e requer mais dedicação.

O repórter de impresso

É a área de atuação mais comum para formados – e não formados – em jornalismo. Uma grande parte das disciplinas é focada em texto e estudo da escrita para embasar os futuros repórteres. É uma área que abrange do jornal impresso à revistas e web, ou seja, é uma das mais amplas para se atuar.

O produtor e o repórter de rádio e TV, e o locutor

Também frutos do curso de jornalismo, são as funções mais complexas. Isso porque para trabalhar como produtor ou locutor, é necessário emitir o registro para as profissões e isso é feito através de cursos específicos. Ou seja, tirando o repórter, as demais funções dentro da área de telejornalismo precisam de aperfeiçoamento e registro profissional.

O assessor de imprensa e o redator

E então chegamos aos assessores e redatores. Ambos, geralmente, trabalham em agências de comunicação – salvo assessores políticos e profissionais que atuam nas áreas de Marketing. O trabalho aqui é com produção textual, mas diferente dos jornalistas de veículos impressos, o foco está em marca e imagem, ou seja, ênfase na propaganda.

O fotojornalista e o produtor audiovisual

Apesar de não serem profissões em que o Jornalismo esteja diretamente ligado, pois não é o foco principal do curso, ainda são áreas de atuação se for o interesse do estudante. Ambas contam com disciplinas dentro do curso, mas o aperfeiçoamento se dá através de cursos paralelos.

No fim, as opções são muitas e é a vivência e os estudos que vão definir o gosto do estudante. Além disso, não é algo impossível mudar de área quando estiver no mercado de trabalho. É interessante, também, conversar com pessoas que já exercem essas funções e saber sobre seu dia a dia.

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